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Achava que te amava, até que me conheci

Perdi as contas de quantas vezes li essa frase pichada em um muro. Sempre que via, estava sentada no ônibus, com meus fones de ouvidos, perdida em pensamento,  e essa frase sempre me trazia para o presente como um puxão, de tão forte que ela tocava em mim. No entanto, ela nunca fez mais sentido do que no momento atual da minha vida, meu momento presente.   Sempre que era puxada de volta a realidade ao lê-la, pensava no dia em que me amaria o suficiente para dar significado a minha vida, então esse momento chegou, o momento presente onde o amor próprio cresce em escalas nunca antes vistas. Foi então que li novamente a frase e ela teve um novo significado, como se eu jamais tivesse lido essa frase antes, algo novo estava acontecendo.  Difícil explicar sentimentos com palavras, mas eu senti a frase, ela correu por todo meu corpo, arrepiando meus pelos e aquecendo minha alma, eu estava sentindo a emoção de quem escreveu aquilo, eu estava vivendo aquela frase - nã...

O amor que me fez escrever

É maior do que eu possa carregar, me preenche até o ponto que transborda, enche minhas mãos e escorre pelos dedos. É tão profundo e acolhedor; é penetrante e suave; é intenso e gentil. É um amor tão arrebatador que não cabe em mim. Quero grita-lo, quero canta-lo, quero distribui-lo. Quero fazer as outras pessoas sentirem como eu sinto, quero injetar nelas todo esse torpor e, extasia-las assim como eu estou. Quando fecho os olhos me sinto movida, impelida, impulsionada, me sinto crescendo, subindo, expandindo, dominando o mundo. Porém, é quando abro os olhos e te vejo em frente ao espelho que sinto meu coração saltar no peito. Te olhando nos olhos – meus olhos é que a verdade do que sinto se mostra. Despida, desarmada, iluminada, pura. O amor mais verdadeiro que encontrei, o calor mais aconchegante que me envolveu, o companheirismo mais desprovido de julgamentos que acolhi...     Foi da minha própria alma.